«Cheguei agora. Quanto tempo eu tenho para me registrar?»
5 dias, se você vai ficar mais de 4 meses. É desse registro, na prefeitura, que sai o BSN, o número que você usa com o governo, no trabalho e na saúde, inclusive no seguro.
A gente não foi embora do Brasil. O Brasil veio com a gente.
Lisboa
Amsterdã
Paris
Que bom ver você por aqui. Vai descendo, que eu conto como a casa funciona.
Chegar, arrumar trabalho, desenrolar, viver: o jeito que funcionou em Portugal não funciona na Holanda, e o dinheiro chega contado. A Greengo mostra a regra de cada país com a fonte oficial, e a decisão é sua. Sem indicar advogado, sem agenciar, sem decidir por você.
Pedir minha entrada →Já recebeu o seu link? Ele abre a porta.
11 países · fontes oficiais em cada afirmação · ferramentas para a vida prática
Cada fato com o link da lei ou do órgão, e a data.
Ainda no Brasil, planejandoA papelada na ordem certa, país a país, antes de você comprar a passagem.
Conferir antes de cair em golpeO anúncio e a oferta de trabalho conferidos antes de você pagar.
Pensando em voltarA volta ao Brasil sem susto: documento, mudança e dinheiro.
Aqui não tem depoimento de propaganda. Tem a pergunta que a gente recebe e a resposta que dá para conferir.
5 dias, se você vai ficar mais de 4 meses. É desse registro, na prefeitura, que sai o BSN, o número que você usa com o governo, no trabalho e na saúde, inclusive no seguro.
Não. Caução de até duas rendas, e renda adiantada de até dois meses, só com acordo escrito. Vale hoje. Em 30/set o Parlamento aprovou a proposta na primeira votação; ainda faltam a votação final e o decreto do Governo.
É o golpe das tarefas: primeiro pedem que você pague para fazer as tarefas; depois, pedem mais, para você conseguir terminar.
13,90 euros brutos por hora, desde 1º de janeiro de 2026.
Se você tem a autorização há 2 anos ou mais: até 6 meses (antes eram 3), nunca além da validade dela. Vale desde 22 de maio de 2026, para a maior parte das autorizações.
Em 2026, sim, com salário tributável acima de 48.013 euros por ano, sem contar a parte livre. Em 2027, a parte livre cai para 27%: já é lei.
Deslize para o lado: são 6 dúvidas.
A régua antes da resposta. Mostramos qual lei está em jogo, de que país, em que data, antes de dizer «faça isso». Você confere a fonte e decide.
Três camadas, sempre identificadas. A fonte oficial, a análise da Greengo, a voz da comunidade. Você vê de onde veio cada frase.
Sem indicar, sem agenciar. A Greengo não recebe comissão de advogado, agência, imobiliária ou contador. Não faz «indicação amiga».
Em fase de teste, por convite. Esta página é aberta; para usar as ferramentas e postar, você pede a entrada. É proteção contra golpe e spam, não muro para você.
Um eletricista de Goiânia, ainda em GoiâniaA mala está aberta na sala, com as ferramentas embrulhadas em camiseta. A passagem para Lisboa já tem data; o quarto, ainda não. «Espia só o grupo: todo mundo dizendo que lá pedem fiador e um monte de meses adiantados.» Antes de fechar a mala, ele quer saber o que o senhorio pode pedir de verdade.
A resposta da casa: Em Portugal, a caução vai até duas rendas, e a renda adiantada até dois meses, só com acordo escrito. Vale hoje. Em 30/set o Parlamento aprovou a proposta na primeira votação; ainda faltam a votação final e o decreto do Governo.Fonte: Código Civil, art. 1.076, na página do Ministério Público, conferida em 30/set/2026.
História composta a partir de relatos reais do acervo. Não é uma pessoa real e não é depoimento de quem usa a Greengo. O jeito de falar vem do acervo Suco-Brasil («espia só»: dicionário do falar goiano da Universidade Federal de Goiás).
Uma mineira em UtrechtNa primeira semana, a conta do banco empacou numa sigla. «Uai, e esse trem de BSN, é o quê?» O BSN é o número que se usa com o governo, no trabalho e na saúde, e ele sai do registro na prefeitura. Ela tinha deixado o registro para depois do primeiro salário.
A resposta da casa: Quem vai ficar mais de 4 meses tem 5 dias para se registrar, e o BSN vem desse registro.Fonte: Governo da Holanda (government.nl), conferida em 30/set/2026.
História composta a partir de relatos reais do acervo. Não é uma pessoa real e não é depoimento de quem usa a Greengo. O jeito de falar vem do acervo Suco-Brasil («uai» e «trem»: Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais).
Uma manicure de Belém em MadriNa pensão, ela ouve o áudio de novo: um quarto no centro, a chave na mão amanhã, desde que transfira hoje para segurar a vaga. Só tem foto, e ela nunca pisou no prédio. «Égua, e se for golpe?» Antes de mandar o dinheiro da reserva, ela manda a pergunta.
A resposta da casa: Não transfira nada antes de ver o quarto e ter o contrato escrito. Pressa para pagar antes de ver é sinal de alerta.
História composta a partir de relatos reais do acervo. Não é uma pessoa real e não é depoimento de quem usa a Greengo. O jeito de falar vem do acervo Suco-Brasil («égua»: Universidade Federal Rural da Amazônia, banco de fraseologia do Pará).
Uma vendedora de Salvador em LondresNo ponto de ônibus, ela olha a foto que a mãe mandou: o cabelo mais branco, o aipim frito na mesa de domingo. O salário dá, o frio passa, a saudade não. Voltar não é desistir, ela sabe. Mas quer voltar com os papéis em ordem e sem susto no bolso.
A resposta da casa: A volta também se planeja: documento, mudança e dinheiro, um de cada vez. É a ferramenta «A volta por cima», lá dentro.
História composta a partir de relatos reais do acervo. Não é uma pessoa real e não é depoimento de quem usa a Greengo. O jeito de falar vem do acervo Suco-Brasil («aipim»: Atlas Linguístico do Brasil, da Universidade Federal da Bahia).

Onze países, um por um: a caução tem teto, o contrato precisa ser escrito, a saúde tem prazo, o imposto tem regime para quem chega. O que muda quando você cruza a fronteira, com a fonte.

Ferramentas para a vida prática: contar os dias do Schengen, conferir se uma oferta de emprego é golpe, saber por onde começar quando você acabou de chegar, o que fazer numa emergência. Ficam atrás do convite.

Perguntas respondidas por quem já passou por isso, separando o que é fonte oficial, o que é análise da Greengo e o que é relato de gente, cada um com o seu selo. Postar é por convite, para a praça não virar feira de golpe.
Não pedimos dinheiro. Não chamamos no privado. Não “agilizamos” documento. Quem fizer isso em nosso nome é golpe. O único perfil é @greengoeuropa.
A Greengo é feita pela Casa Loener, a empresa do L. Junior: uma pessoa só, com dinheiro próprio e sem investidor. A Greengo Europa é o primeiro projeto dela.
Pedir minha entrada →Os guias por país, de graça: blog.greengoeuropa.com